Olinda é uma ilha que se desenvolve para sul da barra do rio dos Bons Sinais, e até à embocadura do rio Linde, numa extensão que excede ligeiramente os 16 quilómetros, representando, em si mesma, o total da orla marítima do distrito de Inhassunge.
Dizem que em Olinda não há automóveis e, na realidade, chegar lá constitui um exercício de paciência e aventura por rotas sinuosas nos domínios do mangal, sempre culminado pela breve travessia de um ou outro braço fluvial porque aqui reinam vasos comunicantes de muitas águas.
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com o batelão utilizado pela Madal, rebocado por um gasolina e bem visível numa das fotos abaixo, este era
bem mais modesto, evidenciando mesmo um cunho arcaico na sua construção
e, tanto quanto sei, tinha que ser movido a pulso. Seja como for,
constituía o recurso disponível e regularmente utilizado na travessia
para a ilha de Olinda |
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| Ui… estes transbordos requeriam alguma agilidade, embora não comparável com a perícia de certo amigo que por estas mesmas pranchas conduzia o seu jipe para entrar no batelão e sair do mesmo |
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